Eles compartilham a rotina, bastidores de campanhas e até divulgam produtos ou serviços. Mas, não são famosos com milhões de seguidores e, sim, funcionários que têm ganhado destaque nas redes. De olho nisso, empresas têm investido em transformar seus colaboradores em influenciadores da marca. Em troca, eles recebem desde reconhecimento, brindes, viagens e até dinheiro.
É o caso da Chilli Beans, que, recentemente, começou a lançar desafios de conteúdos a serem publicado nas redes. No primeiro, mais de 300 funcionários se inscreveram. Os dez primeiros receberam prêmios em dinheiro, kit-influenciador e curso sobre criação de conteúdo. Um desses funcionários influenciadores é Lucas Zanin, de 21 anos, vendedor de uma franquia da marca.
— Comecei a postar por causa da marca e percebo que isso aproxima as pessoas. Elas ficam com vontade de conhecer a loja e acabam vindo até aqui — conta.
Dri Elias, CEO da CoCreators, avalia que o movimento, chamado de Employee Generated Content (EGC), cresceu, especialmente, após a pandemia. No entanto, nem todo funcionário tem perfil para ser um “creator”:
— Cada empresa tem suas políticas. Fazemos uma curadoria técnica com base no perfil e na qualidade do conteúdo. Se a pessoa publica muito conteúdo político, por exemplo, não entra.
Fonte: Infomoney